sexta-feira, agosto 29

Engraçado...

...como nossa mente funciona.
 
Retomei os estudos, com mais seriedade, dedicação e interesse. Claro, o ambiente é propício e a causa cativa. Não podemos, contudo, negar que é bem mais mais difícil assimilar conteúdo aos 30 do que o era aos 20 e poucos ou 15, ainda mais na amplitude, intensidade, profundidade e tempo necessários. Se não se identificou com o quadro, uma das possibilidades é a sua: ou não tem 30, ou nunca parou de estudar, ou parou de estudar e não voltou. Qualquer das três situações, na qual se enquadra, está a maioria da população mundial. São se chateie por isso.
 
(Eu que) Adoro fazer diferente!
 
Voltar a pensar, aprender, causa dificuldade com o já aprendido. Passa a falhar a lembrança de algumas coisas. Mistura outras. Um dias desses não lembrei da palavra "nuance" (ou nuança) - depois explico porque - de jeito nenhum! Dias depois me veio à mente ao ouvir.
 
Certamente é algo biológico. A necessidade de readaptação dos neurônios, por isso a dificuldade, sonhos estranhos, entre outros. Há, todavia, além do lado bom do aprendizado, voltar a pensar, e enhance habilidades intelectuais, entre outros benefícios; um efeito colateral "à lá Viagra" (não, não é para a libído, sim no paralelo da história da criação do "medicamento" e dessa fase da minha vida.
 
DO NADA um termo, que não tenho a menor idéia de onde tirei, onde li, enfim... surgiu em minha mente.
 
Memorabilia
 
Do Latim, com um "quê" de inglês. Parece ser uma soma de "Memória" e "Mobília". Lembra um pouco aqueles móveis antigos da casa da vó, não? "Netinho, tira o pé da memorabília da vovó" (talvez um sofá).
 
Não poderia ser mais adequado ao que eu procurava para identificar algumas fotos que, segundo a definição de dicionário duvidoso, traz: "coisas dignas de serem lembradas" de forma muito sucinta, sentido que confirmei depois com o Sr. ABHF mas com melhor conotação e explicação mais completa.
 
"...importantes e que merecem ser guardados pelo próprio significado ou por ter pertencido a pessoa notável"
 
x    x    x
 
(omiti o "coisas" no começo ou odeio a palavra, mostra indefinição, falta de precisão. Se não pode dizer o que é, não coloca "coisa", só não diga  - na explicação original ele usa: "Coleção de objetos, livros, medalhas, etc...")
 

terça-feira, agosto 26

Olá... - comediante

... pessoas do Rio! (de Janeiro, não do Araguaia!) ok ok, eu sei, piada sem graça... (Isso me lembra! Já contei as dos pontinhos? São minha especialidade!).
 
O que é um ponto vermelho no castelo? ;-)

sexta-feira, agosto 22

Aposta

Sabe o que é mais triste de as pessoas acreditarem em você?

Elas deixarem, fatalmente, em algum momento, de.

Acredite, cedo ou tarde, com razão ou não, acontecerá. Então, nesse exato momento - só você, e o mundo - ficamos expostos aos nossos próprios e mais autênticos "eus". Do singelo ao lúgubre.

Creio que: por isso que algumas pessoas sustentam tanto o "parecer" ao invés do "ser". Menos dispendioso manter, mais fácil lidar com a eventual auto-frustração gerada - dos outros, mas sofrida sobre si mesm@ -, já que "não fez por onde", nem se esforçou para isso, não foi feito investimento. Não precisou, era só imagem.

Não se pode sentir a perda de algo em que não houve investimento (de tempo, de trabalho, de horas perdidas de sono, de fé)

E como tudo que é só estético - da mesma forma que - vem fácil, vai.

quinta-feira, agosto 21

Olá...

...pessoas de Belo Horizonte e São Caetano do Sul!
 
(eu sei, eu sei, entraram dia 19 e só dei "oi" agora - compreendam, não tenho inet em casa e é complicado ser eficiente sem uma conexão própria/adequada)

segunda-feira, agosto 18

Olá...

... pessoa (?) de Juazeiro do Norte!

terça-feira, agosto 12

Olá...

...pessoa de (ou "do"?) Recife. Rafa?

Olá... - Weird!

Olá pessoa de Florianópolis! (sorry atraso, sei que entrou no domingo, mas o meu alerta chegou só ontem tarde da noite...)
 
x    x    x
 
>> Estranha <<
 
De onde vem a estranha necessidade das pessoas em "categorizar" tudo? Claro, ciência faz isso, para melhor compreensão, análise e busca de soluções. Mas pessoas não são cachorros, nem comida, muito menos uma categoria per se.
 
Claro que vc precisa determinar algumas características dos indivíduos como "ser formado na área X", ou "ter doença X", mas são características do indivíduo como um todo, possuidor de uma gama complexa e entremeada totalidade de aspectos que se interrelacionam e modificam ao mesmo tempo que fascinam (ou resultam em asco d)o alheio.
 
Estranho esse hábito de categorizar as pessoas.
 
(hhhmmmm... acho que vi uma tirinha do Sinfest que resume bem isso... agora como a acho???) :-O